Projeto Institucional

UZZIADMINISTRADORA S.A

(Em constituição)

Administradora de Operações de Proteção Patrimonial Mutualista

Descrição geral

Estrutura voltada à gestão técnica e financeira de grupos mutualistas, garantindo solidez, conformidade e governança em operações de proteção patrimonial.

Identificação

Sociedade Anônima de capital fechado, com enquadramento em Lucro Real e marca em consulta junto ao INPI (NCL 36).

Atuação geográfica

SudesteRegião Sudeste

Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, com expansão escalonada para demais praças.

Sede administrativa

Belo Horizonte / MG

Centro de operações e governança corporativa

Confidencial | 2026
IOrganograma

Estrutura da apresentação técnica

Treze eixos que percorrem o projeto, da descrição geral ao cronograma de implementação.

  1. 01

    Descrição geral do projeto

  2. 02

    Sede e atuação geográfica

  3. 03

    Modelo de negócio e nichos de atuação

  4. 04

    Estrutura de controle e capacidade econômica dos acionistas

  5. 05

    Estrutura de capital pretendida

  6. 06

    Estrutura de governança

  7. 07

    Linhas gerais do plano de negócio

  8. 08

    Política institucional de conduta

  9. 09

    Canais de atendimento ao participante e estrutura de ouvidoria

  10. 10

    Política e estrutura de regulação e apuração de rateios

  11. 11

    Linhas de defesa — controles internos, gestão de riscos, compliance, auditoria interna e independente

  12. 12

    Estrutura tecnológica e suporte operacional

  13. 13

    Cronograma de implementação do projeto

IIDescrição geral do projeto

Premissas que orientam a constituição

A UZZI Administradora S.A, em constituição, administra operações de proteção patrimonial mutualista garantindo que indenizações e rateios sejam apurados com equilíbrio técnico e transparência, preservando a capacidade contributiva do grupo.

Objeto

Administração de operações de proteção patrimonial mutualista: organização, gestão e controle dos grupos de associados e dos recursos destinados à cobertura de eventos previstos em regulamento.

Modelo

Mutualismo puro — sem transferência de risco à administradora. Os prejuízos são rateados entre os associados, cabendo à UZZI a gestão técnica, financeira e operacional do fundo comum.

Público

Associados reunidos em grupo mutualista: a administradora gere as operações para assegurar indenizações e rateios equilibrados, sem onerar o coletivo.

Diferencial

Plataforma tecnológica própria com rastreabilidade de cada rateio e indenização, aliada a governança orientada a controles, transparência e sustentabilidade atuarial do grupo.

IIIIdentificação

Dados cadastrais do projeto

Informações formais que sustentam o registro e a análise regulatória da administradora.

01

Razão social

Uzzi Administradora de Operações de Proteção Patrimonial Mutualista S.A.

02

Nome fantasia

Uzzi Administradora

03

Rede social

@uzzi.adm

04

Marca INPI (NCL 36)

Uzzi

05

Enquadramento tributário

Lucro Real

06

Forma jurídica

Sociedade Anônima — S.A.

Verificações preliminares

  • A rede social foi reservada (Instagram).
  • A marca foi consultada junto ao INPI (NCL 36).
  • A razão social foi verificada em consulta prévia na Junta Comercial do estado sede da Administradora.
IVSede e atuação geográfica

Belo Horizonte como centro de operações

Atuação concentrada na região Sudeste, com governança e operações conduzidas a partir de Minas Gerais. O recorte abaixo cruza população, frota licenciada e a estimativa de associações de proteção patrimonial mutualista por unidade federativa.

MG450 assoc.ES120 assoc.RJ300 assoc.BELO HORIZONTE
MG

Minas Gerais

Sede — Belo Horizonte

População
21,3 mi
Frota
13,0 mi
Assoc. APPM
450

Densidade · Média-alta

ES

Espírito Santo

Praça de expansão

População
4,1 mi
Frota
5,0 mi
Assoc. APPM
120

Densidade · Média

RJ

Rio de Janeiro

Praça de expansão

População
17,2 mi
Frota
10,0 mi
Assoc. APPM
300

Densidade · Alta

População somada

42,6 mi

≈ 20% da população nacional

Frota estimada

28,00 mi

veículos licenciados

Associações APPM

≈ 870

estimativa de entidades ativas

Dados de população e frota com base em estimativas oficiais mais recentes (IBGE e Senatran); o número de associações de proteção patrimonial mutualista é uma estimativa técnica de mercado, adotada para dimensionamento do projeto. O endereço definitivo da sede será informado após o registro dos atos constitutivos na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais.

IVModelo de negócio e nichos de atuação

Gestão verticalizada, sob um único centro de controle

Todas as competências críticas da operação mutualista são internalizadas pela administradora. Nada essencial é terceirizado: cada vertical responde a um mesmo padrão de controle, dado e prestação de contas. Clique no olho de cada vertical para ver como investimos em tecnologia, antifraude, processos e gestão à vista.

Centro de gestão

Administradora

O núcleo concentra decisão técnica, dado e responsabilidade. As dez verticais operam como extensões auditáveis desse centro.

Verticais internas
10
Terceirização crítica
Nenhuma
  1. 01

    Operacional

    Rotinas de adesão, vistoria, endosso e manutenção do cadastro dos associados.

  2. 02

    Contábil

    Escrituração segregada do fundo comum e das receitas de administração.

  3. 03

    Rateios

    Apuração mensal do rateio, memória de cálculo e publicação ao grupo.

  4. 04

    Tecnologia

    Plataforma própria, trilha de auditoria e integrações de dados.

  5. 05

    Atendimento

    Canais de relacionamento, ouvidoria e acompanhamento de protocolos.

  6. 06

    Eventos danosos

    Regulação de sinistros, perícia e liquidação de indenizações.

  7. 07

    Atuarial

    Modelagem de frequência e severidade, provisões e suficiência do fundo.

  8. 08

    Financeira

    Tesouraria, conciliação, arrecadação e custódia dos recursos do grupo.

  9. 09

    Jurídica

    Contratos, regulamento do grupo, compliance e contencioso.

  10. 10

    Governança

    Controles internos, gestão de riscos e prestação de contas aos associados.

VNichos de atuação

Três ramos, um único equilíbrio técnico

A administradora atua sobre três frentes complementares: o rateio do dano ao patrimônio do associado, a reparação do dano causado a terceiros e os serviços de assistência de uso recorrente. Cada frente tem risco, frequência e severidade próprios — e por isso é gerida com métrica separada.

Panorama do mercado — fontes públicas

344.596

Roubos e furtos de veículos no Brasil (2024)

Queda de 7,5% frente a 2023 — São Paulo concentra 125.692 ocorrências.

Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Anuário 2025 (dados 2024)

R$ 27,9 bi

Indenizações pagas pelo seguro auto

Acumulado de janeiro a outubro de 2024, alta de 6,6% sobre o mesmo período de 2023.

Fonte: CNseg, jan/2025

2.217

Associações cadastradas na Susep

Entidades de proteção patrimonial mutualista inscritas na 1ª etapa da LC 213/2025 (30/04 a 15/07/2025).

Fonte: Susep / CQCS, jul/2025

+8 milhões

Veículos a entrar na frota protegida

Projeção de crescimento de 30% do setor após o marco regulatório; cerca de 30% da frota nacional segue sem proteção.

Fonte: Susep — projeção divulgada em fev/2026

01Ramo 31

Proteção patrimonial mutualista

Núcleo da operação: o rateio de prejuízos materiais sofridos pelos bens dos associados — automóveis leves, pesados, motocicletas e implementos. É aqui que se concentra o maior volume financeiro e o maior risco técnico do grupo.

Por que importaÉ o ramo que sustenta a razão de existir da associação. Precificação, provisionamento e regulação precisam ser tecnicamente corretos, sob pena de o rateio médio subir e o grupo se desequilibrar. A administradora responde justamente por manter esse equilíbrio.

Escopo de cobertura

  • Colisãomaior volume de eventos

    Danos por abalroamento, capotagem, tombamento e choque com objeto fixo ou móvel, incluindo perda total.

  • Roubo e furtomaior severidade

    Subtração total do bem e furto de peças, com prazo técnico de espera, rastreio e recuperação antes do rateio definitivo.

  • Incêndioevento raro

    Incêndio, explosão e queda de raio, com perícia técnica de causa raiz obrigatória antes da aprovação.

  • Fenômenos da naturezarisco de acúmulo

    Alagamento, enchente, granizo, vendaval e queda de árvore — eventos correlacionados que exigem controle de acúmulo por região.

Indicadores técnicos

Roubo e furto — São Paulo
125.692

ocorrências em 2024, 36% do total nacional

FBSP · Anuário 2025

Indenizações auto no país
R$ 27,9 bi

jan–out/2024, alta de 6,6% sobre 2023

CNseg, jan/2025

Prazo alvo de regulação
≤ 5 dias

meta operacional UZZI com apoio de IA

Meta interna — projeto UZZI

02Ramo 53

Responsabilidade civil

Proteção contra danos materiais causados a terceiros pelo associado na condução do bem. Complementa o Ramo 31: um protege o patrimônio do associado, o outro protege o associado do prejuízo que ele causa.

Por que importaBaixa frequência e alta severidade. Um único evento com terceiro pode superar em várias vezes o valor do bem protegido, e é o item que mais gera litígio judicial. Exige limite contratado claro, reserva técnica dedicada e defesa jurídica interna — motivo pelo qual a vertical Jurídica não é terceirizada.

Escopo de cobertura

  • Danos materiais a terceiroscobertura principal

    Reparação de veículos, imóveis e bens de terceiros atingidos em evento de responsabilidade do associado, dentro do limite contratado.

  • Defesa e acordoprocesso interno

    Condução técnica e jurídica da negociação com o terceiro, evitando judicialização e travando o custo antes da escalada.

Indicadores técnicos

Base legal
LC 213/2025

autoriza a operação mutualista de danos e responsabilidades sob supervisão da Susep

Lei Complementar nº 213, de 15/01/2025

Fiscalização
Susep / CNSP

segregação patrimonial e transparência passam a ser exigência legal do setor

Susep · marco regulatório LC 213/2025

Tratativa com terceiros
Interna

negociação e defesa conduzidas pela vertical Jurídica, sem terceirização

Definição de projeto — UZZI

03Ramo 42

Assistências vinculadas

Serviços de uso recorrente acionados no momento em que o associado mais sente valor: na estrada, na porta de casa, na urgência. É o ramo de menor custo unitário e maior percepção de benefício.

Por que importaAssistência é o principal instrumento de retenção do grupo. Associado que aciona assistência e é bem atendido permanece — e grupo estável é rateio estável. Além disso, rastreamento e reparo de vidros atuam diretamente na redução de eventos graves e de fraude.

Escopo de cobertura

  • Assistência 24hmaior volume de acionamentos

    Guincho, chaveiro, pane seca, troca de pneu e transporte do associado, com acionamento pelo aplicativo e prestador geolocalizado.

  • Carro reservauso vinculado a evento

    Mobilidade durante o período de reparo, reduzindo pressão por prazo e desgaste na relação com o associado.

  • Rastreamentoinstrumento antifraude

    Telemetria e recuperação do bem — impacta diretamente o índice de recuperação em roubo e furto e permite leitura de comportamento de risco.

  • Vidrosalta recorrência

    Reparo e troca de parabrisa, vidros laterais, retrovisores e faróis, resolvidos fora do fluxo de rateio pesado.

Indicadores técnicos

Frota sem proteção
≈ 30%

da frota nacional ainda não tem seguro nem proteção associativa

Susep, fev/2026

Potencial de entrada
+8 milhões

de veículos projetados para a frota protegida após a LC 213/2025

Susep, fev/2026

Mercado mineiro
2 em cada 3

do volume nacional de proteção veicular está em Minas Gerais

Diário do Comércio, nov/2024

Fontes consultadas

  • FBSP

    Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ed. 2025 (dados 2024)

    344.596 roubos e furtos de veículos no país — 125.692 em São Paulo.

  • CNseg

    Confederação Nacional das Seguradoras, jan/2025

    R$ 27,9 bi em indenizações do seguro auto (jan–out/2024), alta de 6,6%.

  • Susep

    Cadastro da LC nº 213/2025 · divulgação Susep/CQCS, jul/2025

    2.217 associações inscritas entre 30/04 e 15/07/2025.

  • Susep · Diário do Comércio

    Projeção fev/2026 · distribuição regional nov/2024

    Até 8 milhões de veículos a entrar na frota protegida; ≈ 30% sem cobertura.

Indicadores marcados como meta interna ou definição de projeto são compromissos operacionais da UZZI e não estatísticas de mercado. Todos os parâmetros técnicos da carteira serão recalibrados com a experiência própria após o início das operações e a habilitação junto à Susep.

VIEstrutura de controle e capacidade econômica

Controle direto, capital votante puro e lastro de 1,5 × o mínimo exigido

A administradora nasce sem camadas societárias intermediárias: três pessoas físicas detêm diretamente as ações ordinárias, em participação praticamente idêntica, e cada uma comprova capacidade econômica própria. O somatório desse lastro cobre com folga o capital mínimo requerido.

Estrutura de controle

Controle direto

Capacidade econômica

1,5 × CMR

Capital mínimo requerido

R$ 1.478.000,00

Cadeia de controle

Retrato de Alexandre Fagundes

Controlador direto

Alexandre Fagundes

33,33%das ações ordinárias

Aporte no capital
R$ 489.951,00
Capacidade econômica comprovada
R$ 734.926,50
Retrato de Felício Torres

Controlador direto

Felício Torres

33,33%das ações ordinárias

Aporte no capital
R$ 489.951,00
Capacidade econômica comprovada
R$ 734.926,50
Retrato de Luciana da Luz

Controlador direto

Luciana da Luz

33,33%das ações ordinárias

Aporte no capital
R$ 489.951,00
Capacidade econômica comprovada
R$ 734.926,50

Sociedade controlada

UZZI Administradora S.A.

Companhia em constituição, com capital social a ser integralizado pelos três controladores diretos, em condição de atender ao capital mínimo requerido e à comprovação de capacidade econômica exigida no processo de autorização.

Capital mínimo requerido

R$ 1.478.000,00

Lastro dos controladores

1,5 × CMR

Margem de 50% acima da exigência mínima.

Como a estrutura se lê do ponto de vista regulatório

Natureza do controle

Direto

Pessoas físicas detêm as ações ordinárias sem holding intermediária — cadeia de controle curta, rastreável e sem opacidade societária.

Espécie de ação

Ordinárias

Todo o capital votante em ações ordinárias nominativas: um acionista, um bloco de voto, sem classes com direito diferenciado.

Cobertura econômica

1,5 × CMR

A capacidade econômica somada dos controladores supera em 1,5 vez o capital mínimo requerido — margem sobre a exigência regulatória.

Fonte dos recursos

Próprios

Aportes integralizados com recursos próprios comprovados, sem alavancagem sobre o capital de constituição.

Os três acionistas integralizam aportes idênticos de R$ 489.951,00 e comprovam, cada um, capacidade econômica de R$ 734.926,50 — totalizando R$ 2.204.779,50, equivalente a 1,5 × o capital mínimo requerido.

VI.ADescrição do grupo econômico

A administradora não integra grupo econômico — e isso é declarado, não presumido

O Comunicado Susep de 06/05/2026 exige a descrição do grupo econômico quando existente. Na UZZI, a cadeia de controle termina em pessoas físicas: não há holding, coligada, subsidiária ou sociedade sob controle comum. Ainda assim, as participações individuais dos controladores em outras pessoas jurídicas são declaradas de forma transparente.

Grupo econômico

Inexistente

A UZZI Administradora S.A. não integra, não é controlada por e não controla qualquer outra sociedade.

Controladora final

Pessoas físicas

O controle é exercido diretamente por três pessoas naturais, sem holding, veículo de investimento ou fundo interposto.

Coligadas / subsidiárias

Nenhuma

A companhia nasce sem participações societárias em outras empresas e sem sociedades sob controle comum.

Capital estrangeiro

Ausente

Todo o capital é nacional, detido por residentes e domiciliados no Brasil.

Participações individuais dos controladores

ControladorPessoa jurídicaAtividadeVínculo com a administradoraEnquadramento
Alexandre FagundesParticipações em outras pessoas jurídicasA declarar no formulário de qualificação (Circular Susep 700/2024)Sem vínculo com o objeto social da administradoraNão caracteriza grupo econômico
Felício TorresParticipações em outras pessoas jurídicasA declarar no formulário de qualificação (Circular Susep 700/2024)Sem vínculo com o objeto social da administradoraNão caracteriza grupo econômico
Luciana da LuzEmpresa do setor de transportesTransporte e serviços empresariais — atividade não regulada pela SusepSem relação operacional, contratual ou de fornecimento com a administradoraParticipação individual — não caracteriza grupo econômico

Transações com partes relacionadas

Política formal vedando contratação de sociedades ligadas aos controladores sem aprovação do Conselho e parecer de Controles Internos, com registro em ata e divulgação nas notas explicativas.

Monitoramento contínuo

Atualização anual do quadro de participações dos controladores e comunicação à Susep sempre que houver aquisição de participação relevante em outra pessoa jurídica.

Segregação patrimonial

Os recursos dos grupos mutualistas não se confundem com o patrimônio da administradora nem com o patrimônio pessoal dos acionistas, em contas e escrituração apartadas.

Base: Comunicado Susep de 06/05/2026 (item V), Resolução CNSP nº 422/2021 (art. 12) e Circular Susep nº 700/2024 — formulários de qualificação de controladores e declaração de participações societárias.

VI.BEstrutura de capital pretendida

Capital integralizado em dinheiro, sem alavancagem e com lastro acima do exigido

A estrutura de capital foi desenhada para atender ao capital mínimo requerido já na constituição, com ações ordinárias nominativas distribuídas em partes iguais entre os três controladores e capacidade econômica comprovada equivalente a 1,5 vez a exigência regulatória.

Capital social pretendido

R$ 1.469.853,00

Capital mínimo requerido

R$ 1.478.000,00

Capacidade econômica comprovada

R$ 2.204.779,50

Cobertura sobre o CMR

1,5 ×

Composição acionária pretendida

Alexandre Fagundes

Aporte R$ 489.951,00

33,33%

Felício Torres

Aporte R$ 489.951,00

33,33%

Luciana da Luz

Aporte R$ 489.951,00

33,33%

Total do capital votante

100%

Regras da estrutura de capital

Espécie e forma das ações

Ações ordinárias nominativas, sem emissão de preferenciais ou classes com direito de voto diferenciado. Cada ação corresponde a um voto — o poder de controle acompanha exatamente o capital investido.

Integralização

Integralização em moeda corrente nacional, com recursos próprios comprovados por declaração de bens e documentação de origem, sem alavancagem, mútuo entre acionistas ou aporte de terceiros.

Capital de risco e solvência

Dimensionamento do capital de risco conforme a Resolução CNSP nº 432/2021 (risco de subscrição, crédito, operacional e mercado), com patrimônio líquido ajustado mantido acima do capital mínimo requerido durante todo o horizonte do plano.

Liquidez regulatória

Manutenção de ativos líquidos em percentual do capital de risco, em instrumentos de baixa volatilidade e resgate imediato, segregados dos recursos dos grupos mutualistas.

Plano de capitalização

Marco 0

Constituição

Subscrição e integralização do capital inicial, cobrindo integralmente o capital mínimo requerido para a autorização de funcionamento.

Conforme necessidade

Reforço prudencial

Compromisso formal dos acionistas de aporte suplementar sempre que o capital de risco apurado exigir, com lastro na capacidade econômica já comprovada de 1,5 × o CMR.

Exercícios seguintes

Retenção de resultados

Política de reinvestimento dos lucros na formação de reservas, priorizando o fortalecimento patrimonial antes de qualquer distribuição relevante de dividendos.

Gatilho de solvência

Plano de regularização

Acionamento imediato de plano de regularização de solvência caso os indicadores se aproximem dos limites regulatórios, com comunicação tempestiva à Susep.

Base: Comunicado Susep de 06/05/2026 (item VI), Resolução CNSP nº 422/2021, Resolução CNSP nº 432/2021 (requisitos prudenciais, capital de risco e liquidez) e Resolução CNSP nº 491/2026.

VIIEstrutura de governança

Seis responsáveis, nove mandatos: acúmulo onde há sinergia, segregação onde há risco

A administradora opera com estrutura enxuta e nominal. As pastas de relacionamento regulatório, contabilidade e administração-financeira são acumuladas por um único diretor estatutário — decisão deliberada para concentrar a responsabilidade formal. Já técnica, controles internos, atuária, contabilidade externa e ouvidoria permanecem segregadas, preservando independência de checagem.

Responsáveis nomeados

6

Funções mapeadas

8

Pastas acumuladas

3

Funções segregadas

5

Acúmulo de pastas

Retrato de Alexandre Fagundes

Alexandre Fagundes

Acionista controlador · diretoria acumulada

03diretorias estatutárias sob a mesma assinatura

  1. 01

    Diretor de Relações com a Susep

    Relacionamento com a Susep e prestação das informações requeridas.

    Art. 8º, IV e VI — Res. CNSP nº 491/2026

  2. 02

    Diretor Contábil

    Supervisão contábil da administradora e dos grupos mutualistas.

    Art. 8º, V — Res. CNSP nº 491/2026

  3. 03

    Diretor Administrativo-Financeiro

    Supervisão administrativa e econômico-financeira da administradora e dos grupos mutualistas.

    Art. 8º, V e VIII — Res. CNSP nº 491/2026

Funções segregadas

Retrato de Felício Torres

Diretor Técnico

Felício Torres

Responde pelas notas técnicas, regras de rateio, subscrição e regulação de eventos.

ACIONISTA CONTROLADOR E GOVERNANÇA DIRETORIA

Retrato de KEMERSON ATTER

Diretor de Controles Internos e Gestão de Riscos

KEMERSON ATTER

Compliance, prevenção a fraudes e monitoramento contínuo de conformidade regulatória.

Segregado das áreas de negócio

Retrato de Enrico

Atuário responsável

Enrico

Cálculo de provisões, testes de suficiência e assinatura do parecer atuarial.

Brasil Atuarial · prestador externo certificado

Retrato de Marcelo Spinola

Contador

Marcelo Spinola

Escrituração, fechamentos periódicos e envio dos quadros estatísticos obrigatórios.

Profissional habilitado (CRC)

Retrato de Marcos Oliveira

Ouvidor

Marcos Oliveira

Tratamento de demandas de associados com autonomia e reporte direto à administração.

Canal autônomo de última instância

VIICorpo diretivo

Os três diretores que assumem a operação

Experiência executiva, competências técnicas e o resumo do desafio aceito por cada diretor estatutário da UZZI Administradora.

Retrato de Alexandre Fagundes
TECNOLOGIA E GESTÃO EXECUTIVA

Alexandre Fagundes

Diretor de Relações com a Susep, Contábil e Administrativo-Financeiro

Formado em Sistemas de Informação, executivo com mais de 20 anos em gestão empresarial, tecnologia e proteção veicular. Diretor Geral da Use Rastreamento Seguro e acionista/Diretor de Infraestrutura da APIBrasil. Atualmente lidera a consultoria tecnológica que desenvolve o sistema de regulação, rateio e gestão da cadeia de eventos de 30 associações, hoje em fase de teste/produção.

20+
anos de gestão executiva
30
ASSOCIAÇÕES EM CONSULTORIAS
3
mandatos estatutários
O desafio aceito

Assume o acúmulo de três mandatos estatutários na UZZI: interlocução formal com a Susep, supervisão contábil e condução administrativo-financeira — traduzindo mais de duas décadas de operação mutualista e tecnológica em conformidade regulatória sob a Resolução CNSP nº 491/2026.

Retrato de Kemerson Atter
JURÍDICO, COMPLIANCE E GOVERNANÇA

Kemerson Atter

Diretor de Controles Internos e Gestão de Riscos

Advogado inscrito na OAB/MG nº 220.877, com atuação autônoma desde 2022 em Direito Civil, Trabalhista, do Consumidor, de Família e Sucessões e Empresarial. Presta assessoria jurídica a entidades do setor de proteção veicular mutualista, com domínio da estrutura regulatória, estatutária e operacional dessas associações — perfil analítico voltado à conformidade legal e à governança institucional.

OAB/MG
220.877
2
pós-graduações em Direito
2022
advocacia autônoma desde
O desafio aceito

Responder pela estrutura de controles internos, conformidade e gestão de riscos da administradora perante a Susep — traduzindo a experiência em documentos estatutários, regimentos internos e instrumentos de compliance em um sistema de controles aderente à Resolução CNSP nº 491/2026.

Retrato de Felício Torres
SEGUROS, GOVERNANÇA E GESTÃO EXECUTIVA

Felício Torres

Diretor Técnico

Administrador de Empresas (CRA/MG 30562) com mais de 30 anos em gestão executiva, mercado segurador, governança operacional e desenvolvimento de negócios. Atuou em seguradora, corretoras e como empresário  conduzindo crescimento, reestruturação e venda de operações, com domínio técnico de sinistros, custos, controles internos e indicadores de desempenho.

30+
anos de gestão executiva
CRA/MG
30562
400%
de crescimento em lucratividade
O desafio aceito

Conduzir a área técnica das operações de proteção patrimonial mutualista — regras dos grupos, regulação de eventos e equilíbrio dos rateios — aplicando três décadas de prática em sinistros, custos e governança à conformidade exigida pela Resolução CNSP nº 491/2026.

VII.Governança

Funções técnicas não estatutárias

Profissionais habilitados que sustentam a operação técnica, contábil e de relacionamento da administradora, com independência em relação às áreas de negócio.

Retrato de Enrico
01 · Atuário responsável

Enrico

Brasil Atuarial · prestador externo certificado

  • Cálculo de provisões técnicas, rateios, contribuições e notas técnicas atuariais.
  • Teste de suficiência e acompanhamento da sinistralidade dos grupos.
  • +10 anos de experiência no mercado atuarial.

Res. CNSP nº 491/2026 · Circular SUSEP nº 648/2021

Retrato de Marcelo Spinola
02 · Contador

Marcelo Spinola

Contabilista legalmente habilitado (CRC)

  • Registros contábeis e demonstrações financeiras da administradora e dos grupos.
  • Fechamentos mensais e anuais conforme plano de contas do mercado supervisionado.
  • Remessa dos quadros estatísticos obrigatórios.

Circular SUSEP nº 648/2021

Retrato de Marcos Oliveira
03 · Ouvidor

Marcos Oliveira

Canal autônomo de última instância

  • Gestão da ouvidoria e proteção dos direitos dos consumidores.
  • Responsável por obrigações regulatórias específicas e relatórios semestrais.
  • Reporte direto à administração, com autonomia funcional.

Res. CNSP nº 279/2013 · Res. CNSP nº 491/2026

VIII.Linhas gerais

Linhas gerais do plano de negócio

Estrutura completa do plano de negócio submetido à Susep — 7 capítulos e os respectivos itens técnicos, do capital social ao cronograma de implantação.

7 capítulos63 itensRes. CNSP nº 491/2026 · LC nº 213/2025
1.

A Empresa

  • 1.1Capital Social, Organograma Societário e Controle Acionário
  • 1.1.1Capital Social
  • 1.1.2Organograma Societário
  • 1.1.3Controle Acionário
  • 1.2Metas e Objetivos Estratégicos
  • 1.3Princípios Estratégicos
  • 1.4Exposição do Problema e Necessidade de Mercado a Ser Atendida
2.

Análise de Mercado

  • 2.1Descrição do Mercado de Atuação
  • 2.2Identificação do Público-alvo
  • 2.3Regiões de Atuação e Projeção de Capilaridade
  • 2.4Tendências de Mercado
  • 2.5Diferenciais Competitivos
  • 2.6Análise de Fornecedores e Parceiros
3.

Plano de Marketing

  • 3.1Produtos e Serviços
  • 3.2Canais de Distribuição
  • 3.3Estratégia de Marketing e Promoção a Vendas
  • 3.4Pós-venda
4.

Políticas

  • 4.1Política de Resseguro
  • 4.2Política de Tecnologia
  • 4.2.1Segurança Cibernética
  • 4.3Política de Sustentabilidade
  • 4.4Política de Investimentos
  • 4.5Política de Subscrição
  • 4.6Política de Regulação de Eventos Cobertos
  • 4.7Política de Relacionamento com os Participantes
5.

Plano Operacional

  • 5.1Estrutura Organizacional
  • 5.2Estrutura de Análise e Liquidação de Eventos Cobertos
  • 5.3Política e Estrutura de Regulação e Apuração de Rateios
  • 5.3.2Contribuição Mensal de Estabilização do Rateio
  • 5.4Provisões Técnicas
  • 5.5Linhas de Defesa
  • 5.5.1Controles Internos
  • 5.6Gestão de Riscos
  • 5.6.1Identificação de Riscos
  • 5.6.2Análise SWOT e Projeção de Riscos
  • 5.7Capital de Risco
  • 5.8Compliance
  • 5.9Auditorias Interna e Independente
  • 5.9.1Auditoria Interna
  • 5.9.2Auditoria Independente
  • 5.10Ouvidoria
  • 5.11Serviços Terceirizados e Regulatórios
  • 5.12Arquitetura de Sistemas
  • 5.13Fluxos Operacionais e Processos do Negócio
  • 5.14Plano de Continuidade de Negócios (PCN)
  • 5.15Envio de Informações Periódicas à Susep
6.

Plano Financeiro

  • 6.1Cenário Econômico
  • 6.1.1Taxa Básica de Juros (Selic)
  • 6.1.2Taxa de Remuneração do Ativo
  • 6.1.3Taxa de Remuneração do Passivo
  • 6.1.4Inflação
  • 6.1.5Taxa de Expansão Econômica Projetada
  • 6.2Projeção de Vendas
  • 6.3Premissas
  • 6.3.1Aporte de Capital e Faturamento
  • 6.3.2Projeções de Faturamento por Ramos do Grupo Auto
  • 6.3.3Custos e Despesas da Operação
  • 6.4Ano 1 — BP · DRE · DFC
  • 6.5Ano 2 — BP · DRE · DFC
  • 6.6Ano 3 — BP · DRE · DFC
  • 6.7Análise de Solvência
  • 6.7.1Projeção de Market Share e Faturamento
7.

Cronograma de Atividades

  • 7.1Marcos de implantação, licenciamento e go-live
IX.Política institucional

Política institucional de conduta

Código único de conduta aplicável a acionistas, diretores, colaboradores e prestadores — base ética da governança e do programa de compliance da administradora.

Princípios da conduta

01

Integridade

Decisões guiadas por ética, boa-fé e interesse dos associados.

Kemerson Atter
02

Transparência

Informação clara, tempestiva e verificável a participantes e à Susep.

Alexandre Fagundes
03

Responsabilidade

Prestação de contas por atos, omissões e uso de recursos do grupo.

Alexandre Fagundes
04

Respeito

Ambiente livre de discriminação, assédio e qualquer forma de coação.

Alexandre Fagundes
05

Confidencialidade

Proteção de dados pessoais e sigilo das informações operacionais (LGPD).

Kemerson Atter
06

Sustentabilidade

Perenidade do mutualismo: equilíbrio técnico, social e ambiental.

Felício Torres

Condutas esperadas

  1. 01Conformidade com princípios e legislação aplicávelKemerson Atter
  2. 02Prevenção e comunicação de conflitos de interesseKemerson Atter
  3. 03Uso responsável de recursos e informaçõesAlexandre Fagundes
  4. 04Precisão em registros das operaçõesAlexandre Fagundes
  5. 05Cultura ética e de compliance em todos os níveisKemerson Atter

Condutas não aceitas

  1. 01Fraude, corrupção, suborno ou lavagem de dinheiroKemerson Atter
  2. 02Uso indevido de informações privilegiadasKemerson Atter
  3. 03Discriminação, assédio ou intimidaçãoAlexandre Fagundes
  4. 04Benefícios pessoais indevidosKemerson Atter
  5. 05Descumprimento de leis e regulamentosAlexandre Fagundes

Fundamentos normativos · Res. CNSP nº 491/2026 (governança e conduta) · LC nº 213/2025 · Lei nº 12.846/2013 (anticorrupção) · Lei nº 9.613/1998 e Circular SUSEP de PLD/FTP · Lei nº 13.709/2018 (LGPD). Violações são apuradas pelo canal de denúncias e reportadas ao Comitê de Conduta e à Ouvidoria.

X.Relacionamento

Canais de atendimento ao participante e estrutura de ouvidoria

Modelo multicanal com registro, protocolo e rastreabilidade de ponta a ponta, complementado por ouvidoria independente como instância final de resolução.

Atendimento multicanal

01

Central telefônica

0800, URA, gravação e protocolo de atendimento.

02

WhatsApp Business oficial

Atendimento, envio de documentos, status e histórico.

03

Portal do participante

Cadastro, financeiro, documentos e solicitações.

04

Aplicativo mobile

Avisos, serviços e upload de arquivos.

05

E-mail corporativo

Atendimento segmentado por área responsável.

06

Atendimento presencial

Sede, regionais e unidades parceiras.

07

Chat online no site

Triagem inteligente e registro automático.

08

Autoatendimento

2ª via, cadastro, status, FAQ e tutoriais.

01

Canal exclusivo

Instância própria e de última alçada, acessível a todo participante após o atendimento primário.

02

Independência operacional

Atuação com autonomia, imparcialidade e isenção, com reporte direto à administração.

Fluxo da ouvidoria

  1. 1

    Recebimento

    Participante registra a demanda na ouvidoria.

  2. 2

    Análise

    Avaliação interna e solicitação de informações adicionais.

  3. 3

    Encaminhamento

    Envio à área responsável pelas providências.

  4. 4

    Resposta

    Retorno ao participante com a solução conclusiva.

  5. 5

    Conclusão

    Encerramento, registro e trilha de auditoria.

Base normativa · Res. CNSP nº 279/2013 (ouvidoria) · Res. CNSP nº 491/2026 (governança e atendimento) · Circular SUSEP de registro e prazos de resposta · Lei nº 13.709/2018 (LGPD) no tratamento dos dados dos participantes. Todo contato gera protocolo único, com prazo controlado e relatório semestral à administração.

XI.Regulação e rateio

Política e estrutura de regulação e apuração de rateios

Processo de regulação do evento danoso conduzido em etapas rastreáveis, do aviso à liquidação, e metodologia de apuração de rateio definida conforme o comportamento do grupo administrado.

Fluxo simplificado do evento danoso

  1. 1

    Aviso

    Registro pelo site ou aplicativo, com envio de documentos e fotos do evento.

    Felício Torres
  2. 2

    Análise

    Avaliação interna, conferência cadastral e solicitação de informações adicionais.

    Felício Torres
  3. 3

    Regulação

    Análise técnica de cobertura, limites, carências e exclusões contratuais.

    Felício Torres
  4. 4

    Aprovação

    Deliberação pela reparação do bem ou pela indenização integral ao participante.

    Alexandre Fagundes
  5. 5

    Liquidação

    Pagamento ou reparo, encerramento do processo e registro na trilha de auditoria.

    Alexandre Fagundes

Variação

A metodologia da apuração de rateio dependerá do comportamento do Grupo de Proteção Patrimonial Mutualista administrado, bem como do Contrato de Participação por Adesão e do Contrato de Prestação de Serviços a ser celebrado com o participante e com a associação, respectivamente.

Metodologia da apuração de rateio

Pela média

O valor do rateio é calculado mediante a divisão do montante total das despesas do período pelo número de participantes elegíveis, atribuindo-se contribuição equivalente a todos os integrantes do grupo.

Felício Torres

Rateio = Σ despesas do período ÷ nº de participantes elegíveis

Pela proporção

O rateio é realizado proporcionalmente ao risco ou ao valor de referência contratado por cada participante, observando critérios previamente definidos no Regulamento do Grupo e no Contrato de Participação.

Felício Torres

Rateio = Σ despesas × (valor de referência do participante ÷ Σ valores do grupo)

Pela quota

O rateio é apurado conforme a quantidade de quotas atribuídas a cada participante, sendo o valor devido calculado de acordo com o número de quotas vinculadas ao respectivo contrato.

Alexandre Fagundes

Rateio = valor da quota × nº de quotas do participante

Base normativa · LC nº 213/2025 (proteção patrimonial mutualista) · Res. CNSP nº 491/2026 (governança, regulação e liquidação de eventos) · Regulamento do Grupo, Contrato de Participação por Adesão e Contrato de Prestação de Serviços. Toda etapa da regulação gera protocolo, prazo controlado e trilha de auditoria auditável pela SUSEP.

XII.Linhas de defesa

Controles internos, gestão de riscos, compliance, auditoria interna e independente

Arquitetura de defesa em camadas: execução controlada na origem, supervisão de conformidade, avaliação independente interna e parecer externo sobre as demonstrações financeiras.

Gestão de riscos · objetivo

Processo contínuo destinado à identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos capazes de impactar os objetivos estratégicos e operacionais da Administradora.

Matriz de riscos monitorados

  • Risco operacional
  • Risco regulatório
  • Risco financeiro
  • Risco de tecnologia da informação (TI)
  • Risco de integridade (compliance)
  • Risco reputacional

Ciclo de gestão

  1. 01

    Identificar

  2. 02

    Avaliar

  3. 03

    Tratar

  4. 04

    Monitorar

  5. 05

    Comunicar

Ciclo contínuo e retroalimentado: cada evento tratado gera aprendizado registrado, revisão de controles e reporte periódico à diretoria e ao conselho.

Camadas de defesa

Operação → supervisão → avaliação → parecer externo
01

1ª linha

Controles internos

Assegurar a integridade das operações, a confiabilidade das informações, a mitigação dos riscos operacionais e a conformidade com a regulamentação aplicável.

  • 1.1Segregação de funçõesKemerson Atter
  • 1.2Padronização de processosKemerson Atter
  • 1.3Aprovação em múltiplos níveisAlexandre Fagundes
  • 1.4Controle documentalAlexandre Fagundes
  • 1.5Rastreabilidade das operaçõesKemerson Atter
02

2ª linha

Compliance

Promover a conformidade da Administradora com a legislação, a regulamentação da SUSEP e as políticas institucionais.

  • 2.1Monitoramento regulatórioAlexandre Fagundes
  • 2.2Revisão das políticas internasKemerson Atter
  • 2.3Programa de integridadeKemerson Atter
  • 2.4Gestão de conflitos de interessesAlexandre Fagundes
  • 2.5Treinamentos obrigatóriosAlexandre Fagundes
03

3ª linha

Auditoria interna

Avaliar, de forma independente, a efetividade dos controles internos, da gestão de riscos e da governança.

  • 3.1Auditorias periódicasKemerson Atter
  • 3.2Testes de controlesKemerson Atter
  • 3.3Avaliação de processosKemerson Atter
  • 3.4Recomendações de melhoriaKemerson Atter
  • 3.5Acompanhamento dos planos de açãoKemerson Atter
04

Linha externa

Auditoria independente

Emitir opinião técnica independente sobre as demonstrações financeiras e a adequação dos controles relacionados.

  • 4.1Exame das demonstrações financeirasAlexandre Fagundes
  • 4.2Verificação de evidênciasAlexandre Fagundes
  • 4.3Testes de consistênciaFelício Torres
  • 4.4Emissão de parecer independenteAlexandre Fagundes

1ª linha · Controles internos

2ª linha · Compliance

3ª linha · Auditoria interna

Linha externa · Auditoria independente

Base normativa · Res. CNSP nº 491/2026 (governança, controles internos, gestão de riscos e auditoria) · LC nº 213/2025 · Circulares SUSEP de auditoria independente e prestação de contas · Lei nº 12.846/2013 (integridade) · Lei nº 13.709/2018 (LGPD). Todas as camadas reportam de forma independente à diretoria, com documentação auditável.

XIII.Tecnologia e suporte

Estrutura tecnológica e suporte operacional

Plataforma proprietária desenhada para segurança, disponibilidade, integridade das informações e continuidade dos negócios, sustentada por uma operação de atendimento contínua.

Objetivo

Garantir segurança, disponibilidade, integridade das informações e continuidade dos negócios, com rastreabilidade completa das operações e conformidade com a LGPD e com a regulamentação aplicável.

Estrutura tecnológica

01

Backups automáticos

Rotinas diárias com retenção versionada e testes periódicos de restauração.

Alexandre Fagundes
02

Armazenamento em nuvem

Infraestrutura elástica com redundância geográfica e alta disponibilidade.

Alexandre Fagundes
03

Controle de acesso

Perfis por menor privilégio, revisão periódica e revogação imediata.

Kemerson Atter
04

Autenticação

Múltiplo fator, política de senhas e sessões monitoradas.

Alexandre Fagundes
05

Registro de logs

Trilha imutável de eventos, acessos e alterações, com retenção auditável.

Kemerson Atter
06

Criptografia

Dados protegidos em trânsito e em repouso, com gestão de chaves.

Alexandre Fagundes
07

Conformidade LGPD

Base legal, minimização, ciclo de vida do dado e atendimento ao titular.

Alexandre Fagundes
08

Segregação de perfis

Separação entre operação, regulação, financeiro e auditoria.

Kemerson Atter

Suporte operacional

01

Central multicanal

Atendimento integrado com protocolo único e histórico consolidado.

Felício Torres
02

Equipe especializada

Times dedicados a atendimento comercial, operacional e pós-venda.

Alexandre Fagundes
03

Ciclo de vida do contrato

Suporte ao participante da adesão à conclusão do vínculo.

Felício Torres
04

Acompanhamento de eventos

Canais específicos para comunicação e status dos eventos cobertos.

Felício Torres

Base normativa · Lei nº 13.709/2018 (LGPD) · Res. CNSP nº 491/2026 (controles internos, segurança da informação e continuidade) · Circulares SUSEP de guarda de documentos e trilhas de auditoria. A UZZI opera como empresa de tecnologia: automação de processos, antifraude e gestão à vista sustentam toda a cadeia de atendimento e regulação.

XIV.Cronograma

Cronograma de implementação do projeto

Doze meses de execução organizados em cinco trilhas paralelas, da constituição societária ao início da operação plena, com marcos verificáveis e responsabilidades atribuídas às diretorias estatutárias.

Societário e regulatórioNormas e governançaOperação e atendimentoTecnologia e dadosControles e auditoria
Etapas do cronograma010203040506070809101112
01Constituição societária da Administradora

Atos constitutivos, integralização de capital e registros.

Alexandre Fagundes
Constituição societária da Administradora: mês 1 ao mês 2
02Estruturação jurídica e regulatória

Protocolo e instrução do processo perante a SUSEP.

Alexandre Fagundes
Estruturação jurídica e regulatória: mês 1 ao mês 4
03Elaboração dos regulamentos e políticas internas

Regulamento do grupo, políticas de conduta, risco e privacidade.

Kemerson Atter
Elaboração dos regulamentos e políticas internas: mês 2 ao mês 5
04Implementação do compliance e governança

Diretorias estatutárias, alçadas e linhas de defesa.

Kemerson Atter
Implementação do compliance e governança: mês 2 ao mês 6
05Contratação dos sistemas operacionais e ERP

Core de gestão, ERP financeiro e integrações.

Alexandre Fagundes
Contratação dos sistemas operacionais e ERP: mês 2 ao mês 5
06Estruturação da regulação de eventos danosos

Fluxo aviso → análise → regulação → liquidação.

Felício Torres
Estruturação da regulação de eventos danosos: mês 3 ao mês 6
07Implementação da metodologia de rateio

Média, proporção e quota com parametrização auditável.

Felício Torres
Implementação da metodologia de rateio: mês 3 ao mês 6
08Estruturação dos canais de atendimento

Multicanal com protocolo único e SLA monitorado.

Felício Torres
Estruturação dos canais de atendimento: mês 4 ao mês 7
09Implementação da ouvidoria

Segunda instância, prazos e relatórios periódicos.

Kemerson Atter
Implementação da ouvidoria: mês 4 ao mês 6
10Contratação e treinamento operacional

Capacitação por função e certificação interna.

Alexandre Fagundes
Contratação e treinamento operacional: mês 4 ao mês 8
11Estruturação atuarial e métricas de monitoramento

Notas técnicas, sinistralidade e indicadores de suficiência.

Felício Torres
Estruturação atuarial e métricas de monitoramento: mês 5 ao mês 9
12Auditoria interna e testes operacionais

Plano anual, testes de aderência e trilhas de evidência.

Kemerson Atter
Auditoria interna e testes operacionais: mês 6 ao mês 9
13Implementação da LGPD e segurança da informação

Bases legais, criptografia, logs e gestão de acessos.

Kemerson Atter
Implementação da LGPD e segurança da informação: mês 3 ao mês 8
14Integração tecnológica e painéis gerenciais

Gestão à vista, antifraude e BI em tempo real.

Alexandre Fagundes
Integração tecnológica e painéis gerenciais: mês 5 ao mês 10
15Operação assistida e monitoramento inicial

Piloto controlado com acompanhamento diário.

Felício Torres
Operação assistida e monitoramento inicial: mês 8 ao mês 11
16Início da operação plena da Administradora

Go-live com governança e controles em regime.

Alexandre Fagundes
Início da operação plena da Administradora: mês 10 ao mês 12
Mês 1–3

Fundação

Constituição societária, protocolo regulatório e políticas internas.

Mês 4–6

Estruturação

Regulação, rateio, ouvidoria e canais de atendimento em operação.

Mês 7–9

Validação

Atuarial, auditoria interna e testes de aderência dos controles.

Mês 10–12

Operação plena

Painéis gerenciais, operação assistida e go-live monitorado.

Cronograma indicativo de 12 meses contados da autorização de constituição. Prazos e marcos podem ser ajustados conforme exigências e diligências da SUSEP, nos termos da Res. CNSP nº 491/2026 e da LC nº 213/2025.

XV.Base normativa

Resoluções aplicáveis e atribuição por diretoria

Quadro-resumo dos normativos que sustentam a operação da administradora e a diretoria estatutária responsável por cada conjunto. Clique no olho de cada resolução para ler o conteúdo e o resumo de estudo.

Normativos gerais · aplicáveis a todos os diretores

  • Resolução CNSP nº 491/2026

    Marco das administradoras de proteção patrimonial mutualista

  • Cap. VII-B do Decreto-Lei nº 73/1966 (LC nº 213/2025)

    Base legal da atividade e da supervisão pela SUSEP

Alexandre Fagundes

Relações com a Susep · Contábil · Administrativo-Financeiro

Relações com a Susep

  • Res. CNSP nº 422/2021
  • Res. CNSP nº 432/2021
  • Res. CNSP nº 279/2013

Autorização para funcionamento, relacionamento institucional, estrutura societária, processos regulatórios e prestação de informações.

Administrativo-Financeiro

  • Res. CNSP nº 491/2026
  • Res. CNSP nº 432/2021 (prudencial)

Gestão financeira, capital mínimo, patrimônio, solvência, orçamento, terceirizações, TI e continuidade operacional.

Contábil

  • Circular SUSEP nº 648/2021
  • Res. CNSP nº 491/2026

Escrituração, plano de contas, demonstrações financeiras e envio tempestivo de informações contábeis.

Felício Torres

Diretor Técnico (operações mutualistas)

Técnico

  • Circular SUSEP nº 648/2021
  • Circular SUSEP nº 682/2022
  • Res. CNSP nº 491/2026

Operação dos grupos mutualistas, contratos de participação, produtos e condições, subscrição, regulação e liquidação de eventos e cálculo dos rateios.

Kemerson Atter

Controles Internos e Gestão de Riscos

Controles internos, riscos e compliance

  • Res. CNSP nº 416/2021
  • Res. CNSP nº 382/2020
  • Circular SUSEP nº 612/2020
  • Circular SUSEP nº 666/2022
  • Res. CNSP nº 491/2026

Sistema de controles internos, gestão de riscos, auditoria interna, política de conformidade, PLD/FTP, sustentabilidade, segurança cibernética, continuidade de negócios e código de ética.

Quadro-resumo. As atribuições acumuladas por Alexandre Fagundes (Susep, Contábil e Administrativo-Financeiro) observam a segregação de funções exigida pela Res. CNSP nº 491/2026, com independência da Diretoria de Controles Internos e Gestão de Riscos.

Encerramento

Obrigado!

UZZI Administradora de Operações de Proteção Patrimonial Mutualista(em constituição)

Nosso agradecimento à bancada diretora da SUSEP pela atenção, pelo tempo dedicado à análise deste projeto e pelo trabalho de regulação que dá segurança, transparência e credibilidade ao mercado de proteção patrimonial mutualista.

Permanecemos à disposição para esclarecimentos, diligências complementares e para o cumprimento integral das exigências regulatórias aplicáveis.

UZZIADMINISTRADORA S.A